Crítica: Liga da Justiça – Deuses e Monstros

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Bruce Timm, principal responsável pelas fantásticas séries animadas de Batman, Superman e Liga da Justiça, volta a trabalhar no Universo DC animado, dessa vez trazendo uma versão alternativa da trindade em ‘Liga da Justiça: Deuses e Monstros’.

A trama se passa em um universo alternativo onde a Liga da Justiça atua de maneira pouco ortodoxa, muitas vezes se colocando contra o governo. Sua popularidade que já não é muito boa, fica ainda pior quando alguns cientistas são assassinados e as suspeitas caem sobre eles. Então, Batman, Superman e Mulher Maravilha tem que descobrir quem está tentando virar o mundo contra eles.

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As origens dos personagens nesse novo universo são bem contadas e bastante interessantes. Sem falar nas referências e na participação de personagens bastante icônicos do universo da editora. A animação tem o mesmo traço que Timm empregava nas séries animadas, o que contribui para um senso de nostalgia bem bacana. O principal problema talvez seja na trama principal em si. Isso porque ela remete muito a trama de Wathcmen, só que sem fazer a motivação do vilão parecer tão palpável. Inclusive a reviravolta e a fraqueza dessa motivação acaba por nos tirar completamente da história.

É bom que fique claro que o tom mais violento e adulto de filmes como Flashpoint e Assault on Arkham são mantidos aqui. Sobre o elenco de dubladores, tanto na versão brasileira quanto na original, só elogios. Em especial ao sempre competente Guilherme Briggs, que volta a dublar o escoteiro (não tão escoteiro, é verdade), e a Michael C. Hall (da série Dexter), que dubla o Batman no original.

Enfim, mesmo com problemas, ‘Liga da Justiça: Deuses e Monstros’ diverte bastante e faz jus ao excepcional histórico das animações da DC lançadas pela Warner.

Nota: 7,5

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